sábado, 12 de julho de 2014

Felipão ganha abraço de Neymar e não vê razões para críticas à Seleção

Felipão ainda não fala sobre o futuro. Prefere deixar que a CBF comunique se ele continua no comando técnico ou se seu trabalho acabou agora, com o quarto lugar.

- Quem tem que decidir isso é o presidente. Como nós tínhamos combinado, entregaríamos o cargo à direção depois do final da Copa do Mundo, porque era esse o combinado. Vamos entregar o relatório do nosso trabalho, e o presidente (José Maria Marin) tem a grande capacidade de avaliar – acrescentou Felipão.

Em sua última entrevista nesta Copa do Mundo, Luiz Felipe Scolari também falou sobre arbitragem, futuro da base da Seleção e, claro, mais do vexame histórico.

Organização da Copa

- Foi uma Copa do Mundo excelente. Com tudo aquilo que a gente gostaria de ver acontecer no Brasil. Agora no final da competição não fomos bem (como time). Não podemos deixar de elogiar os nossos jogadores e a forma como tenham jogado.

Técnico recorre a elogios incompatíveis com as atuações do Brasil nas últimas duas partidas do da Copa do Mundo: “Essa geração não tem nada que ficar marcada"

“Não jogamos mal”, “ficamos entre os quatro melhores do mundo”, “tivemos momentos muito bons”, “não fizemos um jogo ruim”, “reagimos”, “não vejo como criticar a Seleção hoje”. As expressões são de Luiz Felipe Scolari, na entrevista coletiva depois da derrota do Brasil por 3 a 0 para a Holanda, na disputa do terceiro lugar da Copa do Mundo. Antes, o Brasil fora goleado pela Alemanha por 7 a 1 na semifinal.

A postura do técnico da seleção brasileira depois do quarto lugar na Copa do Mundo de 2014 foi praticamente a mesma de suas últimas entrevistas: admitindo que o Brasil poderia ter sido melhor, mas desviando-se das cobranças por conta das duas atuações desastrosas nos últimos jogos do Mundial.

- Disputei três Copas do Mundo e cheguei entre os quatro melhores em todas elas. Portanto eu não tenho uma situação que possa ficar lamentando minha vida toda, porque o futebol muda em um minuto de jogo. Já falamos repetidas vezes do resultado de sete. Mas eu vejo o lado positivo, de que desde 2002 (quando foi campeão) não chegávamos entre os quatro – respondeu Felipão.

Abraçado por Neymar, que apareceu de surpresa durante a última resposta do técnico na coletiva, Felipão defendeu o grupo de jogadores que montou.

 - Essa geração não tem nada que ficar marcada. Ela ganhou a Copa das Confederações e perdeu uma Copa do Mundo. Vai ficar marcada pelo 7 a 1, mas também vai começar uma etapa para a Copa do Mundo de 2018 com um quarto lugar. O que tem de fazer agora é continuar trabalhando – acrescentou o técnico.

Polícia prende suspeitos de ligação com facção criminosa em São Paulo


Policiais do Deic prenderam 21 suspeitos neste sábado.
Foram apreendidas carros, drogas, armas e munições.

Duzentos policiais participaram neste sábado (12) de uma grande operação contra uma facção criminosa que age dentro e fora dos presídios. Vinte e uma pessoas, que recebiam ordens de dentro das penitenciárias para cometer crimes, foram presas ao longo do dia.

 A investigação começou há seis meses e agora a justiça concedeu  43 mandados de prisão e 47 mandados de busca e apreensão. A Secretaria de Segurança Pública diz que, além das prisões realizadas neste sábado, outras 18 pessoas já tinham sido presas durante a semana.

Os policiais saíram da sede do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) ainda na madrugada. As prisões ocorreram na Zona Leste e Zona Sul da capital e nas cidades de Suzano e Guarulhos, na Grande São Paulo.

Apreensões
Os policiais encontraram ao todo 102 quilos de cocaína e crack , 40 quilos de maconha e 200 frascos de lança-perfume. Eles também apreenderam documentos que mostram a contabilidade da venda do tráfico de drogas, armas e munições.

Os policiais apreenderam também dezesseis carros em uma agência de veículos de um dos presos na zona leste. A polícia investiga se o comércio era usado para a lavagem de dinheiro do tráfico.

Estudo do Facebook mostra migração de fãs durante a Copa



Estudo analisa as postagens de mais de 300 milhões de pessoas.
Para final, dados indicam tendência de apoio global a favor da Alemanha.

Uma análise feita pelo Facebook mostra a migração de fãs durante a disputa da primeira fase até as semifinais da Copa do Mundo. O estudo analisa as postagens de mais de 300 milhões de pessoas e mostra de onde são os torcedores que apoiaram cada seleção em cada fase.

Na semifinal contra a Alemanha, por exemplo, 70% das publicações de apoio à seleção brasileira foram de internautas brasileiros. Outros 16% são originários da Colômbia, contra 3% vindos de torcedores da Argentina, 3% da Alemanha e 3% da Costa Rica.

No caso da Alemanha, a análise mostra um panorama diferente. A maioria das postagens de apoio aos alemães é de torcedores da Colômbia (45%). Outros 19% vieram de usuários no Brasil, seguido por 11% da Alemanha, 8% da Argentina e 7% da Costa Rica.

No outro jogo da semifinal, a Argentina recebeu 25% de apoio dos seus conterrâneos, 44% da Colômbia, 15% do Brasil e 5% da Alemanha. Rival dos argentinos no jogo, a Holanda conquistou 33% de apoio da Colômbia, 26% do Brasil e 12% de seus próprios torcedores.

Em geral, nas semifinais, o efeito continental foi marcante no apoio para brasileiros e argentinos. No caso da seleção brasileira, 92% dos seus apoiantes eram de um país latino-americano, enquanto, no caso da Argentina, o percentual chegou a 90%.

Para a final, dados preliminares indicam uma tendência de apoio global a favor da Alemanha (55% contra 45%). Segundo o Facebook, apesar da derrota de 7 a 1, 71% dos usuários brasileiros têm demonstrado apoio à Alemanha, contra 29% para a Argentina.

Os alemães também contam a torcida dos holandeses, que tiveram sua seleção eliminada pela Argentina. Até agora, 81% têm feito postagens a favor da Alemanha, contra 19% para a Argentina. Nos EUA, há uma divisão, com 50% de apoio para cada seleção finalista.

Em dia de jogo do Brasil, argentinos são maioria em Copacabana

Bairro está colorida de azul e branco neste sábado (12).
Duelo de totó antecipou final entre alemães e argentinos.

Depois da goleada de 7 a 1 para Alemanha, a seleção brasileira disputa neste sábado (12) o terceiro lugar com a Holanda. Em Copacabana, no entanto, o verde e amarelo deu lugar ao azul e branco. Palco da final  da Copa do Mundo neste domingo (13), o Rio foi invadido pelos hermanos que, otimistas, já festejam na Praia de Copacabana antes mesmo de a bola rolar no Maracanã.

Ao som do DJ Marlboro e de Anitta, o Fifa Fan Fest tinha poucos brasileiros por volta das 14h30 deste sábado. Os amigos Romulo Cardoso, de 21 anos, e Karen Lorrana, de 20, vieram de Salvador, na Bahia, pois já haviam programado a viagem há um ano.

"A derrota do Brasil desanimou, mas nós não deixaríamos de vir por isso. Já tínhamos programado a viagem e nunca tínhamos vindo ao Rio. Hoje vamos torcer aqui no Fan Fest. Queríamos um ingresso pra final, mas estão cobrando RS 8 mil, fica inviável", disse Romulo.

Os amigos Sebastian Coni, Frederico Zenon e Sebastian Gimenez vieram de carro da Argentina e chegaram nesta sexta-feira (11) ao Rio. Sem ingresso, eles vão torcer neste domingo (12) no Fan Fest. "Hoje a gente acha que o Brasil vai vencer a Holanda. Uma pena que a final não foi nossa com os brasileiros", afirmou Sebastian Coni.

 

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